O que é a
CFM 2.454/2026
A norma estabelece diretrizes para pesquisa, desenvolvimento, governança, auditoria e uso responsável de inteligência artificial na medicina — com foco na segurança do paciente e na responsabilidade do médico.
Quatro níveis de
risco regulatório
A norma classifica os sistemas de IA conforme o impacto nos direitos do paciente, a complexidade do modelo e o grau de autonomia nas decisões clínicas.
| Nível | Características | Exemplos | Meu Prontuário |
|---|---|---|---|
| Baixo risco | Sem impacto direto na segurança do paciente. Funções administrativas e de organização. | Agendamento de consultas, organização de registros, chatbots informativos. | ✓ Enquadrado aqui |
| Médio risco | Suporte à decisão clínica com supervisão humana. Impacto indireto no paciente. | Sistemas de apoio diagnóstico com validação médica obrigatória. | — |
| Alto risco | Decisões clínicas críticas. Exige auditoria contínua e governança institucional. | Diagnóstico por imagem automatizado, triagem de emergência por IA. | — |
| Inaceitável | Substitui decisão médica ou viola direitos fundamentais do paciente. | Sistemas que emitem diagnósticos ou condutas sem supervisão médica. | — |
Deveres do médico
ao usar IA
A norma estabelece cinco deveres principais para o profissional que utiliza sistemas de inteligência artificial na prática clínica.
O que a norma garante
ao paciente
A resolução assegura direitos concretos ao paciente no contexto do uso de IA em saúde.